terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Proximidades distantes em metáforas avulsas

O tempo caminha veloz em direção ao frio inverno. Protegemo-nos do vento que corta e greta inseguranças, debilita esperanças ante um horizonte gélido...
Num destes fins de tarde envolto entre cores quentes e frias enlaçadas num espelho de água adivinha-se a afectiva companhia entre sorrisos de olhar e gestos companheiros....
O inverno frio, insensível e desumano dá lugar a um cândido outono que alenta sonhos como que abraçando esperanças no calor harmonioso de uma fogueira... e cria-se no imaginário relações de proximidade que teimam permanecer distantes...
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